A luz fantástica, de Terry Pratchett

Dizem que as continuações costumam ser inferiores em qualidade. Mas isso não se aplica a Terry Pratchett, senão a sua série Discworld não teria 35 continuações. Talvez o sucesso se dê pelas suas histórias serem sobre heróis, deuses e magos. Ou talvez porque a maioria dos volumes não precise ser lida em seqüência, conforme explica o The Discworld Reading Order Guide 1.5 (em PDF). A Luz Fantástica (volume 2 da série), é uma das continuações diretas, ou seja, traz o mesmo núcleo de personagens no momento exato em que terminaram no volume anterior. Ricewind, o mago que só sabe um feitiço mas que nunca o invocou por temer o que ele poderia fazer, e seu amigo Duasflor, o turista ingênuo e otimista que vive perdendo a sua Bagagem (uma mistura de mala móvel e cão-de-guarda), desta vez precisam salvar o Mundo do Disco do choque catastrófico com uma estrela vermelha. Como eles vão fazer isso ninguém sabe. Os outros magos, como sempre, por burrice ou ganância, só atrapalham, mas novos amigos – um anão, uma virgem que sonha ser sacrificada e um herói versão Conan idoso – vão ajudar. Participação especial dos Trolls e de Herrena, a Megera com Cabelos com Hena.

leitura: Janeiro de 2009
obra: A luz fantástica (The light fantastic) de Terry Pratchett
tradução: Roberto DeNice
edição: 1ª, Conrad Editora do Brasil (2002), 232 pgs
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Excelente

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