Melhor livro de 2007

Qual critério adotar para escolher o melhor livro em uma lista variada de quase 50 que li? Se fosse o mais engraçado, com certeza os 2 Discworld (A cor da magia e O senhor da foice) de Terry Pratchett seriam os primeiros. Se fosse o melhor suspense policial seria ou o da Agatha Christie (O caso dos dez negrinhos) ou o do José Prata (Os coxos dançam sozinhos). Nos de filosofia, o páreo duro estaria entre Sêneca (Sobre a brevidade da vida e Da vida feliz) e Krishna (Bhagavad Gîtâ). Dentre os infantis escritos para crianças de todas as idades, concorreriam C. S. Lewis (As crônicas de Nárnia) e Antoine de Saint-Exupéry (O pequeno príncipe). Dentre os mais bem escritos, aqueles que nos fazem viajar e reler diversas vezes um único parágrafo estariam Hermann Hesse (Sidarta), F. Scott Fitzgerald (O grande Gatsby) e Luiz Antonio de Assis Brasil (Música Perdida).

Mas meu critério é bem mais simples: considero o melhor livro aquele que mais mudou minha cabeça, minhas idéias, influenciou minhas conversas e opiniões. Aquele que passei a citar e a querer reler assim que for possível, que indico e indicarei aos amigos. Olhando sob este prisma para o ano inteiro de 2007, um sobressaltou aos demais, e eis que o escritor campeão não poderia deixar de ser um clássico mundial.

MELHOR LIVRO LIDO EM 2007

A arte de escrever, de Arthur Schopenhauer

A arte de escrever
Leia a resenha do livro clicando na imagem acima.

E você? Qual o melhor livro que leu em 2007?
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