Quando Nietzsche Chorou (When Nietzsche Wept), 2007

Se a verdade vem através da descrença e do ceticismo, e não de um desejo infantil de que algo fosse de determinado modo. Um desejo de estar nas mãos de Deus não é verdade. É um desejo infantil pelo mamilo eternamente intumescido. Temos a teoria da evolução. A teoria da evolução mostra cientificamente a redundância de Deus, embora o próprio Darwin não tivesse coragem de seguir seus indícios até sua verdadeira conclusão. Então, aonde isso nos leva? Certamente vocês se dão conta que criamos Deus e todos nós, juntos, o matamos. Deus está morto.

É meu dever estar livre de deveres.

Após a morte de Buda, a sombra dele foi mostrada por séculos em cavernas, uma horrível sombra. Considerando o hábito das pessoas deve haver cavernas há milhares de anos onde a sombra de Deus é mostrada. Subjuguem a sombra no interior de vocês!

A melancolia não é uma doença, é parte da minha natureza. Só estou grávido. Aqui dentro. Minhas dores de cabeça são as dores do parto de meu novo livro.

Tento dizer em 10 frases o que outros dizem no livro inteiro.

Paus e pedras podem quebrar meus ossos, mas palavras não me atingem.

Se optar pelo prazer do crescimento, prepare-se para sofrer. Quer menos dor? Vá. Seja parte da massa. Olhe para esta árvore. Precisa de clima tempestuoso para alcançar esta altura. Aí está, criatividade e descoberta. Mas gerada na dor.

Lembre-se das palavras de Goethe: "Seja homem. Não me siga, mas só a si mesmo." Ensinar filosofia e usá-la no mundo real são duas tarefas bem diversas.

Viver com cautela é perigoso.

Nos apaixonamos mais pelo desejo do que pelo objeto desejado.

A morte só não é aterrorizante quando a vida já se consumou.

Como tornar-se outro se primeiro você não virar cinzas?

O isolamento só existe no isolamento.


Mais informações: IMDB (ING) NetMovies (BR)
Regular
Filme adaptado do romance homônimo do escritor Irvin Yalom. Clique aqui para ler a resenha do livro.

5 comentários:

  1. Bom cada um dentro da sua especificidde percebe o filme de um foco. só não entendi muito bem se o chatomqe se referiu ao meu comentário soueu ou voc\ê.

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  2. RELENDO SUA RESENHA, NOVAMENTE PERCEBI ALGO, VC ESTÁ MUITO MAIS PRA UM ROMÂNTICO QUE ESPERA MORAL DA HISTÓRIA DO QUE A UM CRÍTICO QUE REFLETE SOBRE A HISTÓRIA.

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  3. Tá, e dos 5 parágrafos vc concluiu isso só pq eu usei a palavra moral da história 1x no último? Tente treler (ler pela 3ªx) então só q sem o último e me diga aonde está o romantismo.

    Mesmo assim, não preciso me defender se sou romântico ou crítico, os 2 ou nenhum. As minhas resenhas são para mostrar o MEU ponto de vista, as MINHAS impressões, oq aquela leitura ME fez sentir. Não sou daqueles q falam abobrinhas dizendo q a crítica não pode mostrar traços da personalidade do autor. Se algo não mostrar traços da minha personalidade não é meu. Capisci?

    E pense em outro ponto: se sou romântico q espera moral da história ou crítico que reflete, como não o faço profissionalmente, e ninguém me paga para isso, tenho a liberdade de ser quem eu quiser e falar oq eu quiser. É uma das poucas vantagens da tal da democracia, não acha? Eu sou oq sou e vc é oq é.

    1 abraço.

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  4. Uma avaliação, do que quer que seja, por mais que se diga imparcial e científica, jamais estará isenta de qualquer emoção, visto que o homem não se parte em cem para que sua parte racional escreva o que lhe é demandado.

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  5. Concordo plenamente, Natalie.

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Isso aqui não é uma democracia. Portanto, escreva o que você quiser, mas eu publico somente os comentários que EU quiser.