Azul é a cor mais quente, de Julie Maroh


O amor é abstrato demais, e indiscernível. Ele depende de nós, de como nós o percebermos e vivemos. Se nós não existíssemos, ele não existiria. E nós somos tão inconstantes... Então, o amor não pode não o ser também. O amor se inflama, morre, se quebra, nos destroça, se reanima... nos reanima. O amor talvez não seja eterno, mas a nós ele torna eternos... Para além da nossa morte, o amor que nós despertamos continua a seguir o seu caminho.

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