Um blogue sobre literatura, filmes, séries, letras de música, língua portuguesa, escrita criativa e um pouco de JLM. Enfim, sempre procurando a luz das palavras
Dogma
Gerar link
Facebook
X
Pinterest
E-mail
Outros aplicativos
"Enquanto uns discutem se Deus é o escritor, o livro ou as personagens, outros já O descobriram na inspiração, pois sem ela não haveria personagens, nem livro, nem escritor."
Tome cuidado: Se alguém em/de Goiás te chamar de lerdo ou dizer que você tem a cara lerda, isso pode ser um elogio! Isso mesmo, enquanto no restante do Brasil lerdo tem sentido (apenas) de alguém lento, vagaroso, boçal, na terrinha do cerrado, além do significado básico, o uso mais rotineiro aplicado hoje para a palavra é como sinônimo de safadeza e sem-vergonhice, especialmente para os homens. É um tratamento carinhoso bastante comum entre casais de ficantes ou namorados. Exemplos: Aquele rapaz tem uma cara lerda = Aquele rapaz tem uma cara safada. Você é muito lerdo, meu bem = Você é muito safado, meu bem. Ô lerdeza, pára de me atentar = Ô safadeza/safado, pare de me azucrinar. Veja também: - Expressões lá do Goiás: Já em vem
Karl Paul Reinhold Niebuhr foi um pastor protestante americano que escreveu em 1937 a oração que seria usada tanto por religiosos quanto por grupos de apoio como o Alcoólicos Anônimos e o Neuróticos Anônimos. Somente o seu título aparece em quase quatrocentas mil páginas no Google. Serenity Prayer "God grant me the serenity to accept the things I cannot change, Courage to change the things I can change, And wisdom to know the difference. Living one day at a time; Enjoying one moment at a time; Accepting hardships as the pathway to peace; Taking, as He did, this sinful world as it is, not as I would have it; Trusting that He will make all things right if I surrender to His Will; That I may be reasonably happy in this life and supremely happy with Him Forever in the next. Amen." Oração da Serenidade (tradução) "Deus, dai-me a serenidade para aceitar as coisas que eu não posso mudar, coragem para mudar as coisas que eu possa, e sabedoria para que eu saiba a diferença: vive...
Aviso: esta resenha contém revelações sobre o enredo (spoilers). É quase um consenso que os episódios finais das grandes séries – em livros ou tevê – nunca agradarão a todos. Talvez até faça sentido afirmar que os que detestaram o final são em número igual ou superior aos que gostaram. Os seguidores (leitores ou telespectadores) mais exaltados culpam imediatamente os autores (escritores, roteiristas ou diretores), apontando-os como pessoas incapazes de chegarem a um desfecho à altura da série. Outros mais bondosos, até assumem certa parcela da culpa, admitindo terem criado grandes expectativas antes do final. E como diz um pensamento budista "grandes expectativas resultam em grandes frustrações". É claro que estas não passam de tentativas para explicar porque o final não agradou tanto quanto o começo, ou mesmo o meio, da história. É uma tentativa de justificar porque A Luneta Âmbar não me agradou, enquanto os dois volumes anteriores sim. O livro A Luneta Âmbar encerra a tri...
Muito boa noite JLM, belo e sábio... Parabéns! E que Deus nos abençoe... Sempre...
ResponderExcluirotima frase, parabéns!
ResponderExcluirBelíssima e sábia frase! Deus é a origem de toda inspiração! Parabéns!!
ResponderExcluirFaz sentido...
ResponderExcluirVerdade; fico pensando o que habita a mente dos ´´ não leitores´´,talvez eles se distanciem das dicas divinais!Parabéns!
ResponderExcluir