Leia-me

Jefferson Luiz Maleski, ou JLM, foi desenvolvido especialmente para pessoas de gosto apurado: aqueles que curtem um bom papo sobre livros, filmes ou séries, seja em discussões altamente filosóficas ou meras conversas em mesas de bar. Se alguém resolver patrocinar rodadas de bebida (seja cerveja, vinho, tequila ou etanol) ele até arrisca contar piadas ou recitar poesias (embora não assuma a responsabilidade por isso e negue tudo veementemente no dia seguinte). Considere-o um livro que poucos lerão e menos ainda entenderão. Mesmo assim é impossível ficar indiferente: a diversão ou raiva são garantidas. Ele pode não ter mais aquele cheirinho de livro novo, mas também não chega a cheirar a mofo ou naftalina. As mulheres podem levá-lo tranquilamente para ler na cama, podem até aprender braile e línguas em algumas horas. Mesmo sendo um volume pesado, o esforço (físico e mental) será estimulante. Contudo, não é recomendado para homens, pois terá efeito sonífero e alérgico. Se insistirem pode causar escoriações na pele e perda de dentes. O passado de JLM também pode ser um livro aberto, mas com algumas folhas arrancadas. E, como todo exemplar único, ele não tem preço: a sua companhia só pode ser adquirida para fazer par com obras de semelhante valor.
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